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Alergias em bebês

 

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Uma criança com menos de 2 anos, não precisa e não deveria consumir: Bolo (mesmo sendo caseiro), bisnaguinha, iogurte, picolé e biscoitos de leite.

 

Uma das principais orientações do ministério da saúde é: “Nenhuma criança com menos de 2 anos deve consumir qualquer tipo de alimento industrializado”.

 

No caso de uma criança que mama no peito e tem alergia à proteína do leite de vaca, por exemplo, a mãe vai retirar da sua alimentação todos os produtos lácteos e proceder com a amamentação. (As vezes isso fica difícil, pois as restrições são grandes, principalmente nos produtos industrializados que ‘podem conter leite’).

Quando a criança faz 6 meses, vamos iniciar com a alimentação complementar (dependendo se a criança estiver ganhando peso ou não, pode-se realizar essa introdução antecipadamente). Isso significa que o bebê vai comer comida e continuar no peito (se a mãe tiver possibilidade de continuar amamentando). Caso contrário, após os 6 meses, essa criança vai comer comida, apenas.

 

Por que se acredita que um leite industrializado vai ser mais seguro e mais nutritivo do que a comida? Por que se acredita que um produto em pó contém todos os nutrientes necessários para a boa saúde do bebê?

 

Digo isso porque existe um medo em iniciar com a alimentação complementar antes dos 6 meses, mas não se tem medo de introduzir as fórmula infantis. Sem contar que quando a criança não se adapta essas fórmulas vão sendo substituídas por outras cada vez mais caras.

 

Com 6 meses, comida já é suficiente. Só é interessante manter o aleitamento quando se tratar do leite materno, quando não há essa possibilidade, após a introdução da alimentação complementar, não há necessidade de introduzir outros tipos de leite.

 

Claro que existem casos em que a introdução das fórmulas é necessária, mas não é isso que acontece na prática, elas estão sendo prescritas indiscriminadamente.  Algo que não deixa de ser um produto industrializado, certo? Que tal pensar sobre isso?